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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

QUEM ERA CRAQUE - ALEXANDRE MIRANDA

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES




 Para mim, além de prazeroso, é uma grande honra falar sobre Alexandre Miranda já que foi um dos jogadores de futebol de salão que eu mais admirava e gostava de ver jogando quando eu era pequeno e ia assistir aos jogos de na AABB pertinho de minha casa. Era um verdadeiro clássico o jogo entre o Estudantes e o Campinense o time dele.


Lembro-me muito bem quando o defendia até debaixo d’água, de seus críticos que diziam que ele era chato. E eu sempre retrucava: “Mas como? Se ele faz muitos gols e ainda serve a todos...”. Depois na minha juventude tive este privilégio de jogar algumas partidas contra ele e ganhar algumas. Quantos jogadores do passado do futebol de salão campinenses natos ou adotados  podem dizer tal frase? Acho que poucos. Creio que mesmo até aqueles que não são muito chegados a apreciar uma partida de futebol de salão já tenham ouvido falar da lendária figura.

Alexandre Miranda era uma das raras figuras no cenário futebolístico campinense nos anos 60 e 70, que era uma verdadeira unanimidade. Até os adversários o elogiavam. Jogador de raciocínio rápido e com habilidade ímpar. Seus dribles e chutes ao gol desconcertavam os adversários e levavam o público ao delírio. Goleador nato. Passes perfeitos e visão completa do jogo. E fazia tudo isto sem nenhum sorriso, quase sempre estampado no seu rosto um ar sério. Uma figura querida e por todos seus torcedores e ele sempre calado.

A habilidade futebolística era uma característica sua. Nossa cidade tinha a fama, desde tempos atrás, de ter um futebol dos melhores da região, senão o melhor.

Tempos de ouro do nosso antigo futebol de salão, hoje futsal, verdadeiros mágicos desfilavam pelo piso sagrado do ginásio de esportes da AABB e o Clube do trabalhador, eram capazes de mostrarem com os pés coisas que até hoje mal fazemos com as mãos, os torcedores como se vê ao fundo superlotavam o ginásio e iam ao delírio com as jogadas dos nossos craques.

Era um jogador muito dedicado. Treinava chutes antes e após os treinos, procurando corrigir suas deficiências. Assim, aprimorou o chute e, principalmente, aprendeu achutar r com a perna esquerda, seu grande defeito. Muito autocrítico, nunca ficava satisfeito com seu desempenho e sempre achava que podia jogar melhor.

Alexandre formou com Toinho Buraco uma dupla de sucesso em nossa cidade, que deixou saudades aos amantes do futebol de salão.

Algumas fotos do Alexandre quando jogava e nos tempos atuais no encontro realizado em Dezembro passado.


Nesta foto dois jogadores que deixaram sua marca na história do futebol da nossa região,  o lendário Alexandre um dos maiores jogadores da época  e o Leucio que se destacava por seus belos dribles e gols.

O  museu virtual do esporte de campina grande  com satisfação mostra através do túnel do tempo mais essa preciosidade.
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Tem outras fotos com Alexandre ja postadas neste Museu na historia do futebol de salão


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

CONTE SUA HISTÓRIA - JANO

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES



"Quem vive de passado é museu", ditado popular, mais quem não tem passado não tem história e cada ser humano ainda que viva no anonimato tem uma história espetacular e às vezes não se da conta disso, temos o privilegio de sermos uma espécie pensante por isso temos que honrar nossa inteligência, quem possui uma história é pessoa que lutou e batalhou nessa vida, passou por bons e maus momentos e sempre acreditou em si. Por isso parabéns a todos, pois cada um tem a sua “História” e nada vai apagar ou deletar .

ESTAVA PREPARANDO UMA HOMENAGEM AO EX-GOLEIRO JANO QUANDO RECEBI UM EMAIL DO MESMO CONTANDO SUA HISTORIA E PREFERI QUE ELE MESMO CONTASSE SUA VIDA ESPORTIVA AQUI NO MUSEU. ABAIXO TRANSCREVO SEU EMAIL

Ola amigo Jobedis

Vou contar-lhe a minha breve passagem por Campina Grande, onde, com muito orgulho terminei o meu curso de Engenharia Civil, em dez/1970, na velha Poli. Sou natalense e prestei vestibular na Poli em 1966. Fui aprovado e, então conclui o meu curso em 1970.

Amigo, foi o melhor periodo de minha vida. Fiz grandes amizades nesse periodo e o instrumento que usei para tal, foi o esporte, jogando futebol de salão, ao qual devo tudo na vida, por uma razão muito simples, conheci o Alexandre e o Toinho, ambos da minha turma na Poli.

Em 1966, no mês de março, uma garoa gostosa e eu um início de noite, passando pela AABB, vindo da casa de uma namorada, ouvi um som vindo da quadra da AABB. Parei e entrei para observar o treino do time do Campinense. O Toinho me viu e no outro dia, na escola, me perguntou se eu jogava futebol de salão, sendo eu de Natal, onde havia  boas equipes, como o América. Eu falei que batia uma bolinha no gol, foi quando ele me convidou para treinar. O goleiro do Campinense era o Tom, que era o meu ídolo. O cara pegava muita bola.

 Eu nunca tinha jogado Futebol de Salão e acho que me sai bem, pois, fiquei fazendo parte do grupo, por longo tempo. Depois todos nós migramos para a AABB.

O mais interessante é que na minha turma tinha, alem do Alexandre e o Toinho, tinha o Betinho  (Mala-Veia) e juntamente com outros colegas da Poli, formamos uma boa equipe de Futebol de Salão e durante os cinco anos que passei em Campina Grande, participamos dos Jogos Universitários de João pessoa, que era realizado todo ano, e fomos campões várias vezes.

A Poli foi um local por onde passou vários craques do Futebol de Salão, na década de 60. Na minha posição, goleiro, tive o privilégio de substituir o Garrincha, excelente goleiro, exatamente quando, o mesmo, estava concluindo o seu curso, em 1966. E eu assumi o seu lugar, até concluir o meu curso.

Legal é que eu, Alexandre e o Toinho éramos da mesma escola e turma e, juntos, participamos de várias Olimpíadas Universitárias de âmbito Estadual e Nacional . Fomos campões do Norte e Nordeste, olimpíadas realizada em João Pessoa, quando na final batemos a seleção do Ceará, dos irmãos Frotas, por 3x2 e fomos campeões. Naquela ocasião a nossa única derrota foi para seleção de Pernambuco.
Nesta foto Jano está de Camisa Branca

Após a minha formatura, no final de 1971, o Alexandre que é meu compadre, me convidou para ir trabalhar na Chesf em Paulo Afonso, onde já se encontrava o Toinho. Fui e formamos uma boa equipe de Futebol de Salão naquela região e ai amigo é outra história que duraram 10 anos de quadra.

Assim, graças a minha amizade com o Alexandre e o Toinho, através  do Futebol de Salão,   consegui me aposentar pela Chesf, onde trabalhei 25 anos e graças aos amigos, aos quais sou eternamente grato.

Com relação a minha condição de atleta, goleiro, durante o periodo de 66 á 70, em Campina Grande, não creio que tenha sido iluminada, como foi a do Tom, mas o que importa foram as amizades que fiz.

Casei com uma Campinense, Ana Lúcia, uma garota linda que mora na Rua da Floresta, perto do Hotel Ouro Branco, que ainda hoje é minha companheira, que me deu quatro filhos maravilhosos.

Hoje moro em Recife e trabalho atualmente em João Pessoa, para onde me desloco todo dia. Continuo ainda no batente.

Amigo é essa a minha, simples, história de vida, onde devo tudo a Campina Grande e aos amigos que lá fiz.

Hoje o meu esporte é o ciclismo.

Saudações

Jano Gomes



AVISO AOS AMIGOS
Tintas Lux Ltda, uma marca que nasceu na Paraíba e iniciou sua produção em março de 2008, na cidade de Campina Grande, e foi idealizada pelo Engenheiro Renato Castro do Lago (nosso querido amigo Keka que jogou em muitos times de nossa cidade no passado), hoje grande empresário que já atua no ramo de materiais para construção há mais de 30 anos. Hoje, a Tintas Lux é uma empresa consolidada no mercado e se destaca pela pesquisas e desenvolvimento de novos produtos, prezando sempre pela qualidade, desde a matéria prima até o produto acabado.
Tem como principal objetivo produzir uma tinta de Qualidade e com um Baixo Custo, de forma a propiciar ao consumidor uma excelente relação custo/beneficio, na aquisição dos seus produtos. A empresa conta com uma equipe com profissionais de alto nível para atender aos anseios dos consumidores.

Amigos vamos prestigiar este grande amigo e nossa cidade comprando na fabrica as variedades de cores e aplicações das Tintas Lux do nosso amigo Keka, veja no link a baixo:


Esta marca eu recomendo aos amigos espalhados no Brasil e no Mundo








domingo, 29 de janeiro de 2012

TÚNEL DO TEMPO - TIMES DO PASSADO DE CAMPINA GRANDE

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES



Vamos abrir a porteira do túnel do tempo para o passado do futebol de pelada de Campina Grande. A geração de agora ironiza lembranças encharcadas de saudosismo, dos tempos passados , quando chegar a sua vez, perceberão que guardam tesouros no baú da memória. Só então descobrirão a alegria de poderem dizer “eu vi isso ou aquilo” ou “eu estava lá”. Claro, algumas lembranças são de uso e gasto pessoal, intimas. Falo das outras que formam a base da memória coletiva que fazem parte de um projeto com mais gente na garupa.Devem ser compartilhadas de parte a parte, mais ou menos como os guris trocam figurinhas para completar seus álbuns. É até obrigação. 

Os atletas e torcedores do esporte amador de Campina Grande da minha faixa podem não ter muito em comum para conversar, até alguém lembrar um jogador com apelido de “Nego Bode do Leão do Monte Santo. Em segundos uma explosão de lances geniais de “Sebastião, Gil Silva, Raul, PC ou Nego Gilson”, com ou sem bola, revelará uma amizade íntima de que nunca desconfiaram antes. O mundo mágico do esporte amador de nossa cidade se abre instantaneamente, à simples menção do nome de um jogador ou de um clube do passado. 

Ates de passar ao outro plano “Marquinho Góis ou Marquinho Cara de Gato” nos presenteou um futebol mais inteligente e bonito ainda vivo em nossas retinas. Não é só isso. Como em um filme, rodopia o carrossel das emoções que vivíamos as aventuras, as amizades, os sonhos. Tendo Bairro do São José de então como cenário. O futebol fazia girar o carrossel e montado nele pintava a visão que tínhamos de nós mesmos e dos outros.

O futebol nos “amansou”. Garotões tinhosos que éramos dentro e fora do campo. Nós e toda uma geração. Foi uma escola de vida que completava as lições de casa e do colégio. Era o fecho de nossa identidade, a certeza de pertencimento a uma comunidade, a uma cidade, a uma sociedade. Independente de clubes era e é grato a quem fazia o carrossel girar, mesmo sem nunca trocarmos uma palavra. O futebol nos igualava na tristeza e na alegria. Certo, aceito que foi assim porque era o jeito de as coisas acontecerem. 

Outra época, outro jeito, de pleno acordo. Só me pergunto o que aconteceu – melhor o que não aconteceu com a geração que veio depois da nossa, quando o futebol deixou de ser praticado nos campinhos e nas canchas (quadras) de futebol de salão. A época em que – presumo de longe – o futebol de campo de nossa cidade esta quase morto. Em certa passagem por alguns antigos campos de nossa cidade muitos deles engolidos pelo “progresso”, uma perda trágica para o encontro da cidade consigo mesma. 

Ele se foi e até hoje tateio em busca da resposta. Só fico torcendo para que os garotões que nos sucederam tenham encontrado outro modo de ser felizes como nós fomos em volta de uma bola.

 Fotos de Algum time de futebol do Passado de nossa cidade:


                                                          PAULISTANO



                                                             ORIENTE DA LIBERDADE
NESTA FOTO ESTÃO OS IRMÃOS: ZÉ PRETO, ASSISPARAIBA, NEGO VEI E GAMINHA

                                                                               TREZINHO

                                                                           ESTUDANTES

NAUTICO



                                               
                                                                  EVERTON

                                                                                RAPOSINHA


BOTAFOGO DA LIBERDADE



sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

QUEM FOI CRAQUE - PEDRINHO

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


  Pedrinho – Se alguém falar em Pedro Aurélio de Brito algumas pessoas não saberão que é mas se disser Pedrinho da  Burra,  atletas e torcedores do passado saberão que foi.

Pedrinho foi um atleta que deixou saudade não somente pelo brilhante futebol que apresentava dentro das quadras e dos desgramados campos de nossa cidade, como também pelo seu comportamento fora das quatro linhas. Seu futebol era refinado e clássico. Era um jogador com atuações regulares. Não gostava de perder e atuava com muita raça. Não misturava a virilidade com violência. Na área, estava sempre atento aos ataques do adversário. Combatia, corria para cobrir seus companheiros e lutava pela vitória até o ultimo minuto. Era tipo do jogador que empolgava sua torcida. Aqueles que conheceram Pedrinho  sabem muito bem que sempre foi um rapaz humilde, franco, correto, e cumpridor de seus deveres.

Poucos são os jogadores que fazem parte desta relação de jogadores disciplinados. Dentro do campo Pedrinho corria o campo todo, defendia, atacava e ainda tinha tempo para fazer gols. Depois que se formou tornou se um grande administrador.

Quando eu estava preparando esta pequena homenagem recebi um email do Pedrinho contando um pouco de sua história e ilustradas por algumas fotos, que publico aos amigos abaixo:

Caro Jobedis,
Conforme sua solicitação, estou te enviando novas fotos que consegui recuperar, lamentando ter pedindo a maioria, em virtude de algumas mudanças de cidades e residências que tive que fazer, por força das minhas atividades profissionais. Vale lembrar, que na nossa juventude (60 e 70) não era disponível com facilidade, maquinas fotográficas, como ocorre hoje até nos celulares.

ALGUNS FATOS IMPORTANTES:
      I.              A minha participação nas atividades esportivas de Campina Grande, aconteceu em entre 1964 a 1973. Período de ouro do futebol de salão e futebol de campo.
Em 1973 me formei em economia pela FACE e fui morar em Teresina/PI, trabalhar no SEBRAE, retornando a Paraíba (João Pessoa) para trabalhar no PARAIBAN (emprestado pelo SEBRAE) e finalmente voltei pro SEBRAE onde fui Diretor por 13 anos, me aposentando em 2011.
Poucos sabem, mas nasci em Teresina/PI e com 06 meses, vim morar em Campina Grande, terra da minha mãe e do meu irmão Floriano (Faninho) médico, que mora até hoje em Campina.
“““ “““ Para minha alegria, recebi o titulo de “Cidadão Campinense” em 12/12/97 e” Cidadão Paraibano” em 19/11/2009.

O auge de minhas atividades esportivas em Campina Grande, aconteceram entre 1964 a 1970, pois depois de 70, joguei pelo time de futebol da Faculde nos jogos universitários e amistosos.
Interrompi minha participação nos campeonatos de futebol de salão a partir de 1971, pelo fato da minha esposa (na época namorada) residir em João Pessoa, local para onde eu me deslocava todo final de semana.

    II.              COM QUEM JOGUEI FUTEBOL DE SALÃO (PELO MESMO TIME)
Lúcio, Paulo, Virgolino, Antonio Lidio, Keka, Marcelão, Otan, Aluisio Neguinho, Betinho Mala Veia, Zacarias, Expedito, Hugo Bala, Jorge, Natal, João da penha, Tanheca, Jobedis, Hermani, Naldo, Silvestre, Lulu, Valdi Ventinha, Valdemar(irmão de Valdi), Gil, Simonal, Ademir, Ademildo, Aldani, Zé Buraco(irmão de Toinho), Chula, China e Marco Valério.

  III.              QUEM ENFRETEI:

Alexandre, Toinho, Cyl, Simplicio, Mazar, Tom, Pibo, Sebastião Vieira, Marcilio, Gilson, Geraldo, Wagner, Betinho Mota, Humberto Campos, Benivaldo.

 IV.              COM QUEM JOGUEI FUTEBOL DE CAMPO (MESMO TIME)

Valdo (pela FACE), Queca, Pedro Erival (Raposinha FACE), Elias (FACE-Raposinha), Aluisio Neguinho (FACE), Tom (FACE), Jujú (FACE-Raposiha), Zacarias (PIO XI) (Pão duro), Dinaldo (Trezinho), Tanheca Aldani e Paulo Virgolino.


   V.              QUEM ENFRETEI:
Alexandre (POLI), Toinho (POLI), Pibo, Wagner, Simplicio, Silvestre, Curura, Natal, Queca, Humberto Campos, Sabará e outros.

 VI.              TREINADORES:

Pai Vei, Alberto Queiroz, Alexamdre (jogos colegiais), Saulo Bochechinha e Pedro Erival.

VII.              AS TRÊS MAIORES PARTIDAS DE MINHA VIDAESPORTIVA EM CAMPINA:

1ª PARTIDA:
No campeonato de futebol de salão (Torneio inicio de 1965 ou 1966), o 13 F.S. decidiu com o campinense. O 13 venceu de 1x0. Neste jogo, fiz uma das três maiores partidas de minha vida. Eu tinha a missão de marcar Alexandre. Meu forte era a marcação “homem a homem”, e a “antecipação de tempo de bola”. Neste dia “anulei” Alexandre, que não conseguiu fazer nenhuma jogada de perigo para o gol.

Simplicio, perdeu a cabeça e tentou me tirar de campo, usando seu porte fisico e em outra oportunidade, numa cobrança de falta, chutou em cima de “barreira” onde eu estava. A bola raspou minha “cabeça”, indo para arquibancada da AABB, quebrando um azuleijo.
No final da partida, recebi os “parabéns” de Alexandre e Toinho.   

2ª PARTIDA:

Em 1968 ou 69, o Estudante precisava vencer o Esporte F.S (Bairro da Conceição) do empresário José Bulcão (tio de Tadeu Bundinha). Jogaram no Esporte (Eu, Betinho, Mala, Veia, Lulu, João da Penha, Rogério e outros que não recordo). O treinador Miro do Campinense (se desse empate em Vitória do Esporte, o campeonato de Futebol de salão, daquele ano, seria decidido em uma série de melhor de 3 entre o Estudante e o Campinense), veio ao nosso vestuário dar uma força. Minha motivação era “botar água no Chopp do Estudante”. Consegui anular Sebastião perseguindo – o até no “banheiro”. A marcação foi tão forte, que Sebastião (meu amigo e vizinho na Rua Epitacio Pessoa) perdeu o controle por 1 segundo e tentou me atingir com um “bicudo” no meu tornuzelo. Sebastião não jogou e o jogo terminou 0x0. No final do jogo, Miro me carregou nos braços e Alberto Queiroz no seu Programa de Rádio, atribuiu a mim, o fato do Estudantes não ter sido campeão naquela noite. Na melhor de 3 venceu o campinese.

3ª PARTIDA:
Jogando pelo PIO XI, contra o Estadual da Prata, pelos jogos cologiais de 67, tive participações decesiva na vitória do PIO XI. Vencemos por 2x0, gols de Marcelão (em 2 laterais cobrados por mim em jogadas iguais ensaiadas no treino.

Nosso time – Zacarias / Pedrinho / Paulo Virgulino / Marcelo e Leucio.
Estadual – Jonas / Antonio Lidio / Oscarzinho (rapozinha) e Ademir.

Eu não perdi 1 único combate, nem dividida com Antonio Lidio e Oscarzinho que perderam a cabeça e tentaram me “pegar” o tempo todo no 2º tempo. Modestia à parte fui um “guerreiro” e não levamos nenhum gol.
Jamais esquecerei este jogo e minha participação na vitória.

VIII.              TÍTULOS FUTEBOL DE SALÃO:
-Campeão do Torneio Inicio de futebol de Salão de Campina Grande de 1965, pelo 13 F.S. (este time antecedeu o 13 de Lúcio / Aluisio / Jobedis e Balinha).
-Campeão dos jogos colegiais de Campina Grande.
1967 – Pelo colégio PIO XI
1968 – Pelo colégio Estadual

Futebol de Campo
-Vice-campeão Universitário da Paraíba em 1972, pela FACE (Economia)
-Campeão dos jogos colegiais de Campina Grande, pelo PIO XI (jogava no time Keka / Pedro Erival e outros)
-Campeão do Torneio Inicio do campeonato dos Bancários em 1978, pelo PARAIBAN (eu já era Economista);
-Campeão do Campeonato do Bancários em 1978, pelo PARAIBAN.

Obs: As datas acima, pode sofrer alteração de 1 ano para cima ou 1 para baixo.

  IX.              OPORTUNIDADES

1.         Recebi convite de Alexandre para treinar no Campinense não fui, pelo fato de ser apaixonado pelo Treze e odiar o Campinense (naquele tempo tinha amor a camisa).

2.         Não fui para o Estudantes (convite do amigo Sebastião) por não aceitar ficar no “banco” (reserva de Hugo bala) que não se machucava e não faltava aos jogos. Euqueria jogar sempre.
3.         Alberto Queiroz, formou uma seleção campinense de Futebol de Salão, para jogar contra o Naútico de Recife (campeão pernambucano). De última hora ele convocou Expedito para substituir Tom, que já foi jogar contra o Cabo Branco em João Pessoa, e eu para substituir Hugo Bala (fiquei no banco).

    X.              CLUBES QUE JOGUEI



 FUTEBOL DE SALÃO                                                     FUTEBOL DE CAMPO
-AABB                                                                                -BELENENCE (BAIRRO DA CONCEIÇÃO)
-ESPORTE (BAIRRO DA CONCEIÇÃO)                          -TREZINHO
-TREZE                                                                               -SELEÇÃO DO COLÉGIO PIO XI
-SELEÇÃO COLÉGIOESTADUAL DA PRATA     -SELEÇÃO FACE(FACUDADE DE ECONOMIA)
-SELEÇÃO DO COLÉGIO PIO XI                        -PARAIBAN (BANCO DA PARAÍBA)    

ALGUMAS FOTOS DO PEDRINHO COMO ATLETA E DESPORTISTA:








DEIXAMOS O ESPAÇO PARA COMENTÉRIO E OUTRAS INFORMAÇÕES DOS AMIGOS
                                                              

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

RETRATOS DE HOJE DE DESPORTISTA DE ONTEM

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


Durante o último encontro de amigos de Campina Grande do passado no período natalino eu me encontrei com diverSos amigos do passado no Calçadão da CarDoso Vieira,  centro pensante de nossa cidade.

De repente,  metemos as caras a relembrar os velhos tempos de Campina Grande, os jogos de futebol de salão e das peladas,  os causos, das Tertúlias no Campinense Clube, dos antigos carnavais e dos corsos e  outros episódios de época.

Coisa que era  rara de  acontecer, mas é importante aproveitarmos esses momentos para resgatar e revitalizar a nossa memória, para sorrir, chorar e documentar essa parte lírica da velha Campina Grande do nosso passado. Mas é claro que ainda vamos, reviver e reencontrar outros saudosistas dos velhos tempos, porque a vida urge e precisamos colocar água no feijão para outras caras da velha guarda.




SABARÁ E JOBEDIS


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

GRANDE DESPORTISTA DE CAMPINA GRANDE - LAMIR MOTA

POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES



O brasileiro é lembrado pela sua persistência e porque não desiste nunca mesmo nas grandes dificuldades da vida, pois aqui vou contar a história de um ex atleta e dirigente de futebol  que não se entrega e luta com todas as forças para atingir as suas metas.

Falaremos de Lamir Mota que foi atleta amador, dirigente, fundador de um clube empresa e o mais importante:  idealizador e construtor da quadra de esportes do Campinense Clube o “Ginásio Cesar Ribeiro” (No início da década de 60, a sede social do Campinense Clube na Praça Antônio Pessoa, tornou-se  pequena para abrigar todo o sodalício rubro-negro. O então presidente Edvaldo do Ó adquiriu uma estratégica área na Rua Rodrigues Alves, no Alto da Bela Vista, na qual construiu um belo espaço dançante para os sócios do clube, o qual ficou famosa por mais de duas décadas com a "Boite Cartola". O presidente seguinte, foi nosso homenageado, Lamir Mota, que iniciou a construção do Ginásio César Ribeiro, dando aspectos definitivos como a nova e, portanto, quarta sede social do clube. Títulos patrimoniais foram lançados e a campanha teve o êxito previsto, e o prédio do ginásio esportivo foi concluído (1965). 

Tive o prazer de jogar nesta equipe de futebol de salão que era um verdadeiro xodó dos torcedores que lotavam o ginásio de esporte nos seus jogos sempre com a participação de publico recorde.

Mas tudo não acontece por acaso, por isso congratulo e aplaudo essa pessoa valiosa, pois sei o sacrifício que Lamir Mota encontrou nessa sua empreitada como dirigente do esporte. Com presidente do Campinense muito novo chegou devagarinho e escolhendo seus  atletas, mas com boas escolhas destes jogadores formou sua primeira equipe e fundou uma grande agremiação que foi o ponta-pé  inicial para o hexa campeonato da equipe no campeonato paraibano.

Eu conheci Lamir Mota quando recebi convite para fazer parte da segunda fase do  time de futebol de salão, com jogadores importantes como:  Nego Gilson, Gioto, Geraldo, Waldir Ventinha, Cil, Geraldo Leal, Carlindo, Chó, Mago Luciano, Wagner, entre outros.

O que me surpreendeu na época foi à estrutura e a organização desta equipe. Continuava pensando como ele conseguia fazer uma estrutura daquela. Mais pouco a pouco fui conhecendo-o melhor e logo vi que conseguia pela sua coragem, dava a cara pra bater não tinha medo, sofria criticas por parte da torcida adversária, sofria falácias maldosas, foi perseguido politicamente no clube, mas nunca desanimava todo ano no calendário lá estava o Campinense com sua ajuda com uma ou mais categoria disputando as competições que havia na cidade e no estado.


Depois de algumas divergências fundou em nossa cidade uma equipe empresas o Desportiva Borborema o Gavião da Serra. A fundação da Sociedade Desportiva da Borborema foi cercada de grandes perspectivas, uma vez que a maioria de seus dirigentes tinha um passado recomendado nos bastidores do futebol. Além disso, o clube foi criado com um invejável suporte financeiro, destacando-se um terreno loteado, que era o seu principal patrimônio. Como todo esse suporte, os planos de seus dirigentes eram bastante ambiciosos e traduzia-se na construção de uma sede social no hoje nobre bairro do Catolé e um amplo e coberto ginásio de esportes. Infelizmente o projeto não deu o resultado esperado.

O trabalho árduo e continuo trás retorno era a crença de Lamir de alcançar seus objetivos a insistência e acreditar no seu trabalho, aprender com seus erros e dos outros, sendo humilde nos momentos bons e ruins ser duro e exigente com ele próprio. O seu sacrifício era sua fonte de motivação tudo isso valeu a pena, hoje Lamir Mota é consagrado como empresário e como um grande dirigente esportivo e seu antigo clube se notabiliza como uma grande força no estado e trás grande alegria aos seus torcedores,  valeu o esforço grande amigo e obrigado e nos ensinar que a superação é ter a humildade de aprender com o passado, não se conformar com o presente e desafiar o futuro.

Parabéns Lamir Mota por tudo que você fez pelo esporte em nossa cidade.

Algumas fotos de Lamir Mota com ex atleta, dirigente e desportista:


Lamir e ex-colegas de turma


Lamir com Alberto, o editor deste Museu (Jobedis) e Macaxeira, vemdo no fundo Bebeca Sabino e meu filho Bruno

Lamir, Vadico, Enesio, Jobedis e Glauco

Lamir e Paulinho Virgolino


Lamir, Simplicio Clemente, Sabará e Marcos Soares











segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

QUEM ERA CRAQUE – LÊUCIO


POR: JOBEDIS MAGNO DE BRITO NEVES


O futebol do passado me trás lembranças de grandes jogadores, o nome Leucio Barbosa, hoje poucos saberiam dizer quem foi,  mais se falar “Leucio” aos antigos torcedores e jogadores do futebol de salão de Campina Grande do passado ai já temos uma referencia, pois esse campinense de nascença ainda jovem chegou e foi logo titular do time do Bolonha. Com muitas virtudes surgindo não foi dificil receber um convite para vestir a camisa do Treze de Futebol de salão que estava sendo formado. Depois sempre se destacando recebeu um convite para jogar no AABB com vários grandes jogadores de Campina Grande. Jogou no seguintes times: Bolonha, Treze, AABB, Colégio Estadual da Prata, seleção paraibana entre outros nos anos 60, com seu belo futebol chegou a fazer história. 

Leucio quantos jogos participou no futebol era um jogador que atraia multidões era odiado e adorado ao mesmo tempo com suas jogadas de malabarismo que enlouquecia seus marcadores.

Nos jogos colegiais foi treinador do infantil do Colegio Estadual da Prata de 1967, conforme foto abaixo.

Era inquieto com a bola e de grande rapidez se consagrou nos anos 60 e inicio de 70 no futebol amador jogando pelas equipes citadas.  

Algumas fotos do Leucio como jogador e desportista:

                                           TIME DE FUTEBOL DE SALÃO DO TREZE DE 1966
Na foto historica de 1966 vemos Pai Vei, Hermani, Humberto e Bolina.abaixo Leucio e Aluizio

PAI VEÍ, HERMANI, HUMBERTO,  BOLINHA, BETINHO MOTA E ALBERTO. ABAIXO: LEUCIO, ALUISIO, TONHECA E JOBEDIS
PAI VEI, HERMANI, HUMBERTO E BOLINHA. ABAIXO:  LEUCIO E TONHECA

LEUCIO COMO TREINADOR DO ESTADUAL DA PRATA
LEUCIO, BETO, JOBEDIS, ERIMAR E LUZA. ABAIXO: LOURINHO, VALDINHO, PAULINHO E ADEMIR CAMPEÃO 1967

AVISO AOS AMIGOS 

Tintas Lux Ltda, uma marca que nasceu na Paraíba e iniciou sua produção em março de 2008, na cidade de Campina Grande, e foi idealizada pelo Engenheiro Renato Castro do Lago (nosso querido amigo Keka que jogou em muitos times de nossa cidade no passado), hoje grande empresário que já atua no ramo de materiais para construção há mais de 30 anos. Hoje, a Tintas Lux é uma empresa consolidada no mercado e se destaca pela pesquisas e desenvolvimento de novos produtos, prezando sempre pela qualidade, desde a matéria prima até o produto acabado.

Tem como principal objetivo produzir uma tinta de Qualidade e com um Baixo Custo, de forma a propiciar ao consumidor uma excelente relação custo/beneficio, na aquisição dos seus produtos. A empresa conta com uma equipe com profissionais de alto nível para atender aos anseios dos consumidores.


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